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Psicóloga & Psicanalista Karine Silva

Escutar é, antes de tudo, saber silenciar-se.
É no vazio da minha própria escuta que encontro o espaço necessário para acolher a verdade que surge do inconsciente de quem atendo.
Ofereço um espaço seguro e acolhedor para que crianças, adolescentes e adultos possam falar sobre o que sentem e encontrar novos caminhos para superar seus sofrimentos.
Clínica com criança, adolescente e adulto
A clínica com crianças e adolescentes exige sensibilidade para escutar o que está além do óbvio. Através da abordagem psicanalítica, utilizo o brincar e a palavra como ferramentas centrais para acessar o universo simbólico do paciente. O objetivo é compreender as raízes da demanda — seja na escola, na família ou no convívio social — e auxiliar na estruturação psíquica, respeitando o tempo e o protagonismo de cada um.
E como o infantil não é particular das crianças, o atendimento a adultos é a continuidade desse olhar para o sujeito: aquele que já sabe falar, mas que, se desejar brincar, pintar ou desenhar para dar vazão ao seu inconsciente, encontrará aqui um espaço livre para isso.
Karine da Silva Detoffol
Psicóloga e psicanalista
Sou psicóloga (CRP 12/30294) de sujeitos a partir dos 5 anos de idade. Atuo sob a perspectiva psicanalítica por compreender que as raízes de muitos sofrimentos se estabelecem na infância.
Entendo que o sofrimento emocional em crianças e adolescentes se manifesta através de comportamentos, brincadeiras e silêncios que precisam ser decifrados. Meu trabalho consiste em oferecer um espaço ético e seguro para que cada sujeito expresse sua singularidade, permitindo que os impasses do desenvolvimento sejam elaborados e novos caminhos de subjetivação sejam construídos.

Criança, adolescente e adulto | São José e Florianópolis
O que é a análise?
O trabalho analítico parte da premissa de que a vida psíquica inconsciente é dinâmica e repercute diretamente no cotidiano. Quando essas repercussões geram sofrimento, o processo de análise costuma ser buscado como um recurso.
Diferente de um diálogo comum, o espaço analítico propõe uma escuta particular: um convite para que o sujeito se expresse livremente, deixando de lado o filtro do pensamento racional, a preocupação com a opinião alheia ou a exigência de coerência imediata. Mais do que apenas resgatar memórias fixas do passado, trata-se de permitir que surjam, por meio da livre expressão, sentimentos e percepções até então desconhecidos pelo próprio sujeito. Nesse percurso compartilhado, aquilo que parecia confuso e embaralhado ganha clareza aos poucos.
A elaboração proporcionada através da fala e pela escuta profissional abre a possibilidade de ressignificar e enxergar os conflitos sob uma nova perspectiva.
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